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Eleições 2026

Como Rio das Ostras vota, apurado em tempo real. Resultados oficiais do TSE, perfis dos candidatos e o que você precisa saber para votar.

Faltam para o 1º turno

Domingo, 4 de outubro · das 8h às 17h
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Apuração em tempo real

Dados do TSE, atualizados automaticamente conforme as urnas são apuradas. Alterne entre o resultado do país, do estado e das 5 cidades da nossa cobertura.

Apuração concluída Fonte: TSE · 1º turno Atualizado às — —
Abrangência
— das urnas apuradas · — de — urnas em Rio das Ostras

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⟳ Atualiza sozinho, sem recarregar a página· Percentual sobre os votos dados a candidatos (brancos e nulos ficam de fora)· Resultado oficial e definitivo é o publicado pelo TSE
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Cobertura

Notícias

Tudo o que publicamos sobre as eleições, em ordem cronológica: reportagem, vídeo, foto, nota e post — cada formato com sua marca no trilho.

Notícia 16/10 · 15:58

Douglas Ruas troca diretor-geral da Alerj a três meses de assumir o governo do estado

Governador Eleito Douglas Ruas (PL). Foto: Erick Quintanilha/Alerj

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e governador eleito, Douglas Ruas (PL), promoveu uma grande mudança no comando administrativo da Casa.

O novo diretor-geral será Edinaldo Basílio, que deixou o cargo de assessor parlamentar no gabinete do próprio deputado para assumir a função. Já o antecessor indicado pelo vice-presidente Guilherme Delaroli (PL), Luciano Martins Abreu, foi realocado como subdiretor-geral de Finanças da Alerj.

As mudanças foram oficializadas em atos da Mesa Diretora publicados nesta sexta-feira (16), a menos de três meses da posse de Ruas no governo do estado — marcada para 6 de janeiro.

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Por Juliana Matos

Notícia 16/10 · 11:59

Eleição suplementar de Itaguaí: TRE-RJ indefere candidatura de Kelaine Goulart

Corte Eleitoral fluminense entendeu que candidata manteve duas candidaturas em circunscrições distintas, o que é vedado pelo Código Eleitoral

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu, por unanimidade, o registro de candidatura de Kelaine Nunes de Alvarenga de Souza Ávila (Kelaine Goulart), do partido Novo, ao cargo de prefeita de Itaguaí, na eleição suplementar do município. A decisão foi tomada pelo Colegiado da Corte Eleitoral fluminense na sessão de julgamento desta quinta-feira (15), mantendo a sentença do juízo da 105ª Zona Eleitoral. Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O indeferimento se baseia no artigo 88 do Código Eleitoral, que proíbe o registro de uma mesma pessoa para cargos diferentes em mais de uma circunscrição eleitoral. No caso, a candidata mantinha dois registros ativos na Justiça Eleitoral: um para deputada federal nas Eleições Gerais de 2026 (circunscrição estadual), pelo qual foi eleita suplente com 6.404 votos, e outro para prefeita de Itaguaí (circunscrição municipal).

O TRE-RJ entendeu que a existência de processos eleitorais distintos, com datas de votação e mandatos diferentes, não afasta a proibição legal de manter candidaturas simultâneas em circunscrições distintas. Segundo o relator do processo, desembargador eleitoral Bruno Bodart, a dupla candidatura compromete a isonomia entre os candidatos, gera risco de confusão contábil e patrimonial, ao dificultar a fiscalização dos recursos financeiros destinados a cada campanha, e pode desequilibrar a disputa. 

Assista a íntegra do julgamento no canal TV TRE-RJ, no YouTube.

Processo relacionado:0600076-06.2026.6.19.0105

Por Juliana Matos

Notícia 16/10 · 07:51

Expectativas do futuro governo Douglas Ruas: um corte de 30% no número de secretarias, o fim dos feudos e muitos deputados na fila

A equipe do governador eleito Douglas Ruas quer evitar os erros do governo passado

Governador eleito Douglas Rua (PL). Foto: Thiago Lontra/ Alerj

É bom ter exemplos — inclusive, do tipo que é melhor evitar. O governador eleito Douglas Ruas (PL) deve cortar em 30% o número de secretarias estaduais — que chegaram a 33 no governo Cláudio Castro.

O futuro mandachuva do estado, aliás, discute uma cláusula pétrea para a escolha de secretários e presidentes de empresas públicas.

A ideia da equipe de Douglas Ruas é que os convidados para os cargos possam até ser políticos ou parlamentares, mas não tenham o poder de transformar as pastas em “pequenos governos independentes”.

Mais uma vez, a administração Castro é o norte — numa bússola que indica o caminho a não ser seguido.

A diferença entre sonho e realidade no Largo da Carioca

A  Assembleia Legislativa — como sempre, no período pós-eleitoral — anda em polvorosa.

A bolsa de apostas está em alta e os nomes dos deputados “que serão secretários” compõem uma lista quase do tamanho da futura base parlamentar.

Daria para quase lotar o plenário só com a diferença entre quem acha que estará no primeiro escalão do governo Douglas Ruas — e quem realmente terá uma cadeirinha para chamar de sua no Palácio Guanabara.

Por Juliana Matos

Notícia 15/10 · 18:37

TRE-RJ volta a pedir reforço de tropas federais na segurança do Rio — dessa vez, para o segundo turno das eleições

Pedido prevê reforço na segurança durante o segundo turno, diante da preocupação com a garantia da ordem pública e da tranquilidade do processo eleitoral no estado

Equipes federais já atuaram no esquema de segurança do estado durante primeiro turno. Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

Por unanimidade, a exemplo do primeiro turno, a Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu, em sessão plenária desta quinta-feira (15), no Palácio da Democracia, pela necessidade do auxílio da Força Federal para atuar no segundo turno das eleições gerais, em 25 de outubro.  A solicitação de reforço será encaminhada para apreciação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em seu voto, o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, reiterou a importância da utilização do mecanismo constitucional da Garantia da Votação e Apuração, ratificando os pressupostos que motivaram a implementação da medida no primeiro turno do pleito.

“O cenário de segurança pública permanece inalterado. Persiste a realidade estrutural do controle  territorial armado exercido por facções criminosas e grupos milicianos sob extensos áreas e locais de votação da Região Metropolitana. Trata-se de grave e continuada ameaça ao livre exercício do voto, à segurança dos eleitores, magistrados, mesários e servidores, bem como à higidez do próprio processo democrático”, afirmou o magistrado.

Ao TSE caberá a aprovação do pedido e, em seguida, fazer a requisição formal do auxílio das tropas ao Ministério da Defesa. A medida de segurança conta ainda com o apoio do governo estadual, conforme dispõe a Resolução do TSE 21.843/2004.

Assim como no primeiro turno, o emprego da Força Federal envolverá militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, que atuarão no apoio logístico para a distribuição de urnas e no patrulhamento de vias expressas de 15 cidades. São elas: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados, São João de Meriti, Seropédica, Itaguaí, São Gonçalo, Itaboraí, Magé e Niterói.

Por Juliana Matos

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Notícia 15/10 · 16:39

Direto da Fonte | TRE-RJ confirma Douglas Ruas como governador eleito do Rio

Decisão unânime nesta quinta-feira (15) mantém resultado da recontagem dos votos

Douglas Ruas (PL). Foto: Reprodução

Na sessão plenária desta quinta-feira (15), o Colegiado do TRE-RJ homologou, por unanimidade, o resultado da retotalização de votos para o cargo de governador nas Eleições de 2026. Com isso, o presidente da Corte Eleitoral fluminense, desembargador Claudio de Mello Tavares, proclamou Douglas Ruas (PL) eleito no primeiro turno, já que obteve mais da metade dos votos válidos.

“Os votos computados demonstram que a chapa integrada por Dougla Ruas dos Santos e Fernanda Anchieta Louback foi eleita para os cargos de governador e vice-governadora, com 50,88%, sendo desnecessária a realização do segundo turno, nos termos do Art 2ª da Lei 9.504/97, por terem obtido a maioria absoluta dos votos válidos”, afirmou o magistrado

A cerimônia de retotalização aconteceu no último sábado (10), na sede do TRE-RJ, no Centro do Rio. O procedimento foi motivado por decisão do TSE, que confirmou o indeferimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e considerou nulos os 274.411 votos do candidato, excluindo-os para fins de cálculo do percentual de votos válidos. 

Com o procedimento, Douglas Ruas passou de 49,27% dos votos válidos para 50,88%; e Eduardo Paes passou de 42,76% para 44,16%.  De acordo com a Lei das Eleições, é considerado eleito no primeiro turno o candidato a presidente da República ou a governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os brancos e nulos.

O relatório "Resultado da Totalização" ficou disponível na Secretaria Judiciária do Tribunal Regional Eleitoral pelo prazo de 3 dias, para exame pelos partidos políticos, pelas federações e pelas coligações interessadas, que não apresentaram qualquer reclamação à Comissão Apuradora.

A cerimônia de diplomação dos eleitos acontecerá no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 18 de dezembro.

Por Juliana Matos

Notícia 15/10 · 09:08

A conta fica para Ruas: próximo governo herdará folha 6,2% mais cara e petróleo em queda

Reajuste de 6,2% na folha salarial e queda na arrecadação com petróleo impõem desafios fiscais ao próximo governo de Douglas Ruas.

Palácio Guanabara - RJ. Foto: Reprodução

Não é à toa que o governador eleito Douglas Ruas (PL) quer olhar, com lupa, o Projeto de Lei Orçamentária para 2027 enviado à Assembleia Legislativa pelo governador em exercício Ricardo Couto.

Se não sabe, o moço já desconfia que encontrará uma conta salgada ao assumir o Palácio Guanabara.

Levantamento com base nos dados oficiais da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão revela que a folha de pagamento do executivo cresceu 6,23% entre janeiro e agosto de 2026, passando de R$ 3,27 bilhões para R$ 3,47 bilhões mensais. São R$ 203,9 milhões a mais por mês, mesmo com uma redução de 3.752 vínculos de servidores ativos, aposentados e pensionistas.

Parte importante dessa elevação está relacionada à recomposição salarial autorizada pela lei estadual nº 9.436, de outubro de 2021, ainda durante o governo Cláudio Castro (PL). A legislação estabeleceu a recuperação de perdas inflacionárias acumuladas entre 2017 e 2021, mas duas parcelas permaneceram pendentes.

Coube ao governador em exercício Ricardo Couto regulamentar os pagamentos: 5,62% na competência de julho, creditados em agosto, e outros 5,62% previstos para outubro, com pagamento em novembro. O segundo reajuste ainda não aparece no levantamento de agosto, o que significa que a folha poderá chegar a 2027 em um patamar superior ao já registrado.

O problema é que, enquanto a despesa com pessoal aumenta, a principal fonte de receitas extraordinárias do Rio pode perder força. A agência internacional Fitch Ratings projeta que o petróleo Brent, estimado em média de US$ 87 por barril em 2026, recue para US$ 70 em 2027, uma queda de aproximadamente 19,5%.

A expectativa é de excesso de oferta no mercado internacional. Para um estado fortemente dependente de royalties e participações especiais, a combinação de petróleo mais barato e despesas permanentes crescentes representa um desafio fiscal. O efeito efetivo sobre a arrecadação dependerá também da produção e do câmbio.

O próprio governo Couto já reconheceu o tamanho do problema na proposta orçamentária. Para 2027, o executivo prevê R$ 80,85 bilhões em despesas com pessoal e encargos sociais, um crescimento de R$ 9,64 bilhões em relação ao orçamento de 2026, considerando, entre outros fatores, os efeitos da recomposição salarial.

A proposta estima um déficit de R$ 13,98 bilhões, além da necessidade de destinar R$ 23,8 bilhões do Tesouro para cobrir obrigações previdenciárias.

Douglas Ruas assume o governo com mais despesa e perspectiva de menos arrecadação

Na prática, Douglas Ruas assumirá o governo diante de uma equação delicada: uma folha mais cara, compromissos salariais incorporados ao orçamento e a perspectiva de menor arrecadação com o petróleo.

Ao contrário de despesas que podem ser contingenciadas, salários e aposentadorias representam obrigações continuadas. O desafio do próximo governador será acomodar esse crescimento sem comprometer o pagamento do funcionalismo, os serviços públicos e a capacidade de investimento do estado.

A recomposição nasceu em 2021, foi implementada em etapas até 2026, mas sua conta integral chegará ao orçamento de 2027.

Por Juliana Matos

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