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Prefeitura de Rio das Ostras rejeita reajuste de 21,7% proposto pela Unimed no plano de saúde dos servidores

Prefeito Carlos Augusto classificou o aumento como “inviável” diante da crise financeira do município

Atualizado em 25/10/2025 às 08:10, por Ricardo Marcogé.

Prefeitura de Rio das Ostras rejeita reajuste de 21,7% proposto pela Unimed no plano de saúde dos servidores. Foto: Reprodução

A negociação do plano de saúde dos servidores municipais de Rio das Ostras entrou em impasse após a Unimed propor um reajuste de 21,7% para a renovação do contrato. O índice foi rejeitado pelo prefeito Carlos Augusto, que classificou o aumento como “absolutamente inviável” e incompatível com o cenário econômico enfrentado pelos servidores e pela administração pública.

O chefe do Executivo destacou que o reajuste representaria um peso insustentável para os funcionários públicos, que já atravessam um ano de dificuldades financeiras.

“Não podemos permitir um aumento dessa magnitude. O servidor já está fazendo sacrifícios enormes, e colocar mais esse peso sobre os ombros deles é fechar os olhos para a realidade que enfrentam diariamente”, afirmou Carlos Augusto.

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O pedido da Unimed ocorre após um reajuste de 15,14% no ano anterior, aprovado durante a gestão do ex-prefeito Marcelino, o que já havia gerado forte impacto no orçamento familiar dos servidores.

A atual administração municipal argumenta que a proposta não é compatível com o momento de restrição orçamentária vivido pela cidade. Segundo a Prefeitura, o município enfrenta uma série de desafios financeiros, entre eles:

Limite da folha estourado: as despesas de pessoal ultrapassaram o limite previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o que impede qualquer aumento salarial ou despesa extra.

Déficit previdenciário: o fundo de previdência dos servidores registra rombo milionário, comprometendo investimentos e o pagamento de benefícios.

A Prefeitura informou que busca alternativas junto à operadora de saúde e pretende manter o diálogo aberto, com o objetivo de garantir a continuidade da assistência médica sem comprometer o orçamento público nem penalizar os servidores.

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