Rio das Ostras voltou a enfrentar instabilidade no transporte alternativo após motoristas de vans relatarem o recebimento de mensagens atribuídas a grupos criminosos, exigindo o pagamento de um "pedágio" ilegal para permitir a circulação dos veículos no município. Diante das ameaças, muitos profissionais decidiram recolher as vans e suspender o serviço, temendo possíveis represálias.
A situação provocou mais uma paralisação parcial do transporte alternativo, impactando diretamente passageiros que dependem do serviço para deslocamento diário entre bairros e regiões da cidade.
Mensagens com ameaças reacendem alerta no município
De acordo com os relatos, as mensagens impunham o pagamento de uma taxa sob ameaça de ataques aos veículos e aos próprios motoristas. O conteúdo teria circulado por aplicativos de mensagens, gerando um clima de medo, insegurança e incerteza entre os trabalhadores do setor.
O episódio reacende o alerta em Rio das Ostras, que já havia registrado ocorrência semelhante no mês anterior, quando denúncias envolvendo tentativas de extorsão também levaram à interrupção temporária do serviço de vans.
Operação das vans é afetada e autoridades acompanham o caso
Com a circulação comprometida, diversas rotas ficaram sem atendimento, afetando estudantes, trabalhadores e moradores de áreas mais afastadas. A movimentação criminosa impactou toda a logística do transporte alternativo, forçando decisões imediatas por parte dos condutores para preservar a própria segurança.
As autoridades foram informadas sobre as denúncias e monitoram a possível atuação de grupos criminosos na região. O caso está sendo avaliado para apuração da origem das mensagens e adoção de medidas de segurança e investigação.
Insegurança e criminalidade preocupam motoristas e usuários
Motoristas ouvidos pela reportagem relataram preocupação com a recorrência desse tipo de ameaça e cobraram ações mais efetivas para garantir o direito de trabalhar sem intimidação. Usuários do transporte alternativo também demonstraram apreensão com a interrupção do serviço e a falta de alternativas imediatas.
A Prefeitura e os órgãos de segurança ainda não divulgaram um posicionamento oficial detalhado sobre o caso até o momento.
O Diário 24H segue acompanhando o desdobramento da situação e trará atualizações assim que houver novas informações.






